terça-feira, 9 de junho de 2015

Cultura da Convergência: que coisa é essa?

A queridíssima Cultura da Convergência nada mais é, que um conceito criado por Henry Jenkins, um autor e professor estadunidense. Henry é considerado um dos pesquisadores da mídia mais influentes da atualidade, e seu livro "Cultura da Convergência" é considerado uma leitura quase obrigatória para aqueles que desejam entender a mídia nos dias atuais, o consumo e a interação. 

Voltamos ao assunto principal. Cultura da Convergência, é relacionada ao ato de guiar tudo para o mesmo caminho, convergir. Durante todo percurso do desenvolvimento, as diferentes formas de comunicação se adaptaram as novas tecnologias. Atualmente, a principal novidade é a internet.

Com a chegada do espaço web, os veículos de comunicação, assim como (quase) tudo que há no mundo, tiveram que fazer uma opção: ignorar a internet e ver até onde iria resistir sem ela, ou incorporar a internet ao seu meio de trabalho e usar suas potencialidades a seu favor. Claro que se deu bem quem escolheu a segunda.

Incorporar a internet a empresa, nada mais é do que ato de convergir. Logo, deixar de ser apenas impresso, TV e rádio, e virar, webjornalismo, é Cultura da Convergência. Fazer esta mudança, é também permitir que o consumidor tenha uma relação mais próxima com a empresa.

Agora que você já viu a parte teórica, vamos para a prática. Sites como Diário Popular, do Jornal Diário Popular, Veja, da Revista Veja, Carta Capital, da Revista Carta Capital, são exemplos de mídia impressa que convergiu para a web. Já no rádio, podemos citar os sites das rádios Atlântida, Alegria e RadioCom. Para a TV, temos os sites das emissoras Globo, Record e, apresentado abaixo, o site da TV Câmara Pelotas. Além dos endereços próprios, essas empresas fazem a utilização de outras plataformas na internet, como as redes sociais (facebook, twitter, instagram), o YouTube, e plataformas de compartilhamento de informação.





Fonte: Conteúdo apresentado na disciplina de Fundamentos da Comunicação Social.

Internet é cooperação, competição, conflito ou tudo junto?

 A vida social na internet é basicamente um caos. Muitas pessoas juntas, agindo de diferentes formas, lendo e repassando conteúdos, curtindo e descurtindo publicações. Toda essa bagunça organizada, acontece graças a três fatores simples: Cooperação, Competição e Conflito.

Cooperação é o que mais se vê na web. É através dela que tudo acontece, desde os programação das páginas, até os leitores que ajudam na construção da informação. Ela é uma espécie de encontro entre quem produz e quer divulgar a informação, e quem acessa o conteúdo para se informar e passar o tempo. Um ótimo exemplo de cooperação na web, é o site Wikipédia. Essa página, que tem o lema "A enciclopédia livre", sobrevive do conteúdo que recebe de seus leitores. No próprio site é possível encontrar referencias a cooperação.



Depois vem a Competição. Como está em seu nome, ela nada mais é do que a rivalidade que se estabelece entre as diferentes emissoras, páginas, blog, fãs, leitores e usuários da internet em geral. Um bom exemplo de competição na web, são as votações que algumas páginas no facebook promovem, com o conhecido "curte x compartilha".
 

Para fechar o ciclo, vem o Conflito. Este, por sua vez, aparece por vezes relacionado a violência. Ele acontece quando há uma ruptura na sociedade virtual devido a determinada atitude de algum usuario. Podemos citar como exemplo o comentário que Sylvester Stallone fez no Comic-con, de 2010, falando mal do Brasil. O fato gerou revolta no twitter, e foi também motivo de sátiras.



Conteúdo apresentado na disciplina de Fundamentos da Comunicação Social.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Afinal, o que é Hipertextualidade?



A Hipertextualidade é principal característica da internet. Como já expliquei no post anterior, ela nada mais é, do que a ligação entre elementos textuais na internet. Essa ligação se dá através de hiperlinks. Com eles, o leitor pode criar seu próprio caminho de leitura, escolhendo quais matérias quer ler.

O Hipertexto pode ser dividido em três tipos diferentes:

Hipertexto Potencial: se caracteriza por não permitir que o usuário defina o caminho que quer seguir. Essa ação fica a cargo do dono/programador da página.

Hipertexto Colagem: neste, o leitor já pode auxiliar na mudança e inclusão de informações determinadas pelo programador, mas ainda não tem liberdade total.

Hipertexto Cooperativo: já no cooperativo, a informação é construida com participação do usuário. Existe a interação entre autor e leitor, que permite a discussão e a construção de um caminho em comum entre ambos.

Fonte: Conteúdo apresentado na disciplina de Fundamentos de Comunicação.

domingo, 7 de junho de 2015

Características do Webjornalismo

A arte de difundir a informação, é conhecida mundialmente como Jornalismo. Mas para que ele aconteça, é preciso estar relacionado a algum meio de comunicação, como o rádio, a televisão e o jornal impresso. Com o surgimento da internet, o jornalismo acompanhou e se apropriou das novidades do mundo das tecnologias.

A internet apresenta algumas características que se tornaram essenciais para a existência do webjornalismo. Através do site do jornal Diário Popular, vamos analisar essas características.

A primeira delas é a Instantaneidade. Ela se caracteriza pela velocidade com que a informação pode ser postada e atualizada, gerando a possibilidade de divulgar a notícia no momento em que o fato aconteceu. No site do Diário, por exemplo, a matéria sobre a vitória do Brasil de Pelotas, foi ao ar poucos minutos após terminar o jogo, sem haver a necessidade de esperar até o dia seguinte para ser divulgada no jornal impresso.


Outra característica é a Interatividade. A interação acontece através de tecnologias, como computador, celulares e tablets. Dentro do webjornalismo, as possibilidades de interação com o público são bem maiores. O leitor de um site, por exemplo, pode comentar e compartilhar as informações no próprio site, ou em suas redes sociais. Alguns veículos permitem que ele envie sugestões de pauta, dando a oportunidade de se sentir parte da construção das matérias. Tanto no site, como em sua página no facebook, o Diário Popular permite e aprova a interação com o público.



Já a Perenidade, é  a característica que trata do arquivamento das matérias. Dentro da web, é possível manter acessíveis todas as informações postadas, que podem ser acessadas a qualquer momento. Além de permitir ler novamente uma notícia mais antiga, os veículos, em sua maioria, disponibilizam o botam "Ver Mais", que apresenta matérias postados anteriormente sobre o assunto. O artigo de opinião, apresentado abaixo, foi postado no dia 31 de outubro do ano passado, e acessado no dia 08 de abril 2015, provando a perenidade da internet.



A Multimidialidade também está entre as características. Uma jogada muito interessante que surgiu com a internet, é a possibilidade de tornar a notícia cada vez mais ilustrada para o leitor. Dentro da web, é possível que a informação contenha, além do texto, fotos, vídeos e infográficos, que complementam o assunto. Na matéria abaixo, sobre as campanhas de publicidade das empresas O Boticário e Sonho de Valsa, o DP apresentou os vídeos utilizados pelas duas.



Vamos agora falar da Hipertextualidade. Ela nada mais é, do que a ligação entre elementos textuais na internet. Essa ligação se dá através de hiperlinks. Sem dúvida, o hipertexto é a diferença mais importante que a internet trouxe (Os tipo de hipertexto, você confere na próxima postagem). Com ele, o leitor pode criar seu próprio caminho de leitura, escolhendo quais matérias quer ler. Os hiperlinks acabam também por complementar e tirar dúvidas do público. Em seu site, o Diário Popular apresenta ao leitor a aba "+ Notícias", com sugestões de matérias sobre o assunto lido.

 

Por ultimo, mas não menos importante, a Personalização do Conteúdo. Dentro da web, o usuário pode personalizar a sua leitura, definindo que tipo de notícia quer ler. Uma forma de definir, é através da caixa de busca, existente em quase todos os sites de veículos de comunicação. Como não poderia ser diferente, o Diário Popular também tem.


 Fonte: Conteúdo apresentado na disciplina de Fundamentos de Comunicação.

Ponto de Desequilíbrio: como funciona?

Você já parou para pensar como algumas coisas tão banais se tornam virais na internet? Porque vídeos de bebês rindo, cachorros fofinhos e pessoas cantando desafinadas, viram febre no espaço on line? Se você tem essa curiosidade, eu apresento a resposta: o Ponto de Desequilíbrio. Quem explica essa teoria, é o autor Malcom Gladwell.

Segundo ele, o Ponto de Desequilíbrio, é dividido em três princípios: poder de fixação, regra dos eleitos e poder do contexto.

Vamos aprender um pouco sobre estes pontos analisando a notícia veiculada pelo site G1, da Rede Globo, que informa a morte do candidato a presidência em 2014, Eduardo Campos.

O Poder de Fixação, se trata da maneira como o conteúdo será apresentando, os caminhos escolhidos para tornar a ideia fixa na memória. Na noticia utilizada como exemplo, percebemos a fixação especialmente no próprio centro da informação: uma pessoa pública que acaba de falecer. 


Já a Regra dos Eleitos, fala daquelas pessoas que possuem muitas conexões (amigos, seguidores) e acabam propagando a informação facilmente. Essas pessoas são definidas como hubs. Na informação utilizada como exemplo, os hubs são outros dois candidatos a presidência na época, Dilma Roussef e Aécio Neves, que cancelaram seus compromissos de campanha, demonstrando aos seus seguidores que aquele momento era relevante.


Por fim, o Poder do Contexto se caracteriza pelo questionamento. O comportamento de uma pessoa, pode levar as demais a refletirem sobre o contexto de um determinado fato. Com a morte de Eduardo Campos, por exemplo, seus eleitores começaram repensar seu voto e difundiram o perfil político de Campos, que se destacava de maneira positiva diante dos demais. Seguem alguns comentários em postagens da página de Eduardo Campos no facebook.


Fonte: O Ponto de Desequilíbrio - Aída Dias
Conteúdo apresentado na disciplina de Fundamentos de Comunicação

Memes: você sabe o que eles são?

Várias vezes me perguntei exatamente o que seriam os memes. Por algum tempo, acreditei que eles fossem aqueles bonecos legais, com caras estranhas (como a Derpina), que vemos muito pelo facebook. Porém, a faculdade me ensinou o que realmente essas coisas são.

Meme, é tudo aquilo que se torna viral na internet. Uma ideia replicada e auto-propagada por várias pessoas. Ou seja, imagens, vídeos, textos, que depois de postados, são muito comentados, compartilhados e curtidos. A grande sacada dessas postagens, é tornar essa ideia central pegajosa.

Um exemplo de meme em vídeo, que você com certeza já viu, é o "Taca-le pau Marco véio". Já em imagens, podemos citar o Derp e a Derpina, a Dercy Gonçalves, e, atualmente, o Me Solta. Por sinal, olha os dois no final da postagem!

Agora que você já sabe o que são os memes, vai poder usá-los com mais propriedade e conhecimento. Aproveite para compartilhar essa postagem nas suas redes sociais. Quem sabe meu blog não vira um meme?



Fonte: Conteúdo apresentado na disciplina de Fundamentos de Comunicação.

Oi mundo!

Este blog será utilizado para postar alguns textos (quase) interessantes sobre Fundamentos da Comunicação Digital. Se você não for a minha professora, mas quiser se aventurar neste mundo doido da web, talvez goste do que vai acontecer por aqui. Até depois. (y)